A lotação por horário é o centro do sistema. Se o espaço só deve ter vinte pessoas ao mesmo tempo, a marcação tem de saber isso — senão, num sábado às três da tarde já ninguém está descansado.
O tratamento e o circuito têm de encaixar. Uma massagem às quatro pressupõe entrada às três; marcados em separado, ficam clientes de roupão à porta de uma cabina ocupada.
Os cartões são um compromisso contabilístico e uma armadilha operacional. Número, valor, saldo e validade têm de viver na ferramenta; sem isso, em janeiro ninguém sabe quanto serviço está por prestar.