A cadeia de aprovações é aqui o risco real. Guardar versões com data, comentários e quem aprovou evita a versão que foi para impressão enquanto alguém ainda corrigia.
Os relatórios dependem de contributos das áreas de negócio. Tratados como tarefas com responsáveis e prazos, vê-se em outubro que capítulo vai fazer cair a impressão de março.
Os projetos recorrentes são a espinha dorsal. Estrutura do ano anterior, blocos de texto e calendário guardados, o relatório seguinte não começa do zero — e é aí que está a margem.