A ficha por equipamento é o centro do trabalho. Ano, fabricante, quadro de comando, última inspeção e o que ficou por corrigir: quem está lá em baixo e não consegue consultar isso volta uma segunda vez.
Os ciclos de manutenção seguem o contrato e não a memória de ninguém. Quando o sistema sabe que equipamento está a vencer, faz-se uma rota em vez de corridas soltas pela cidade.
As avarias precisam de histórico. A mesma porta a prender três vezes por trimestre não é azar, é o argumento da modernização — e isso só se vê quando cada intervenção fica presa ao equipamento.