O tempo de resposta é o serviço verdadeiro. Quem está preso na cabina não compara avenças, e um prazo escrito para o desencarceramento ganha a qualquer proposta que fique pelo vago.
A manutenção tem de estar entregue a uma empresa certificada para isso, e a inspeção periódica é feita por uma entidade diferente. Explicar essa separação, com prazos e com quem corrige o que fica assinalado, transmite mais competência que enumerar obras já feitas.
O cliente chama-se administração de condomínio, não morador. Quem decide procura duração do contrato, disponibilidade de peças e um contacto que atenda — nunca fotografias de cabinas.
As peças mandam no prazo de reparação. Dizer que marcas se assistem e o que existe em armazém evita a resposta que ninguém quer ouvir: o elevador fica parado três semanas à espera de uma encomenda.