O caso de uso decide o pedido: formação obrigatória, integração de novos colaboradores, conformidade, atualização técnica. Uma página por caso de uso acerta na procura; uma descrição da plataforma não acerta em nenhuma.
O registo de quem fez o quê e quando é muitas vezes a razão da compra, porque é o que se apresenta numa auditoria. Pô-lo à frente é falar com as empresas que têm obrigações a cumprir.
O alojamento dos dados e o cumprimento do RGPD decidem concursos assim que se trata de dados de trabalhadores. Isso merece página própria, não uma linha no rodapé.
A implementação é o que assusta mesmo quem compra. Não é o preço, é a ideia de que passam três meses antes de alguém ver o primeiro curso. Escreva quanto demora uma entrada em serviço, quem carrega os conteúdos que já existem, se a lista de utilizadores vem do programa de recursos humanos e o que funciona de facto no primeiro dia. Um número em semanas vende melhor do que qualquer lista de funcionalidades.
A acessibilidade e as línguas não são um desejo num cliente público, são condição. Se a interface se usa com teclado e leitor de ecrã, que norma cumpre, se as legendas se geram sozinhas e em que línguas existe a navegação. Poder prová-lo mantém-no num concurso; não o mencionar elimina-o logo na primeira volta.