Quem compra não procura «e-learning», procura substituir alguma coisa. Páginas de comparação com os nomes conhecidos — honestas, limites incluídos — trazem pedidos que já têm orçamento.
A decisão é tomada por várias pessoas: a área, a informática e a proteção de dados. Uma página para integrações, outra para alojamento e outra para subcontratação tiram a cada uma o argumento contra si.
O ciclo é longo e começa com uma pergunta e não com uma demonstração. Guias sobre SCORM, certificados ou formações obrigatórias apanham as pessoas meses antes da compra e seguram-nas.