Os jogadores procuram o jogo, não o estúdio. Cada título merece a sua página com trailer, plataformas e data de lançamento; o estúdio conta-se por trás, não à frente.
As editoras e os investidores querem outra coisa: equipa, títulos publicados, dimensão dos projetos, motor, experiência de portabilidade e certificação. Uma página com isso é a diferença entre um contacto e uma oportunidade perdida.
O trabalho por encomenda é o que paga a renda de muitos estúdios: serious games, simulações, jogos publicitários, aplicações para feiras. Mostrá-lo traz pedidos de setores que nem imaginam que um estúdio de jogos resolve o problema deles.