O envio tem época. De maio a setembro o chocolate não sobrevive a uma carrinha sem frio, e dizê-lo — com envio refrigerado ou com pausa — sai mais barato do que substituir encomendas derretidas.
Quatro datas sustentam o ano. Natal, Páscoa, Dia dos Namorados e Dia da Mãe fazem a caixa, e cada uma dessas páginas publica-se semanas antes e não na véspera.
As lembranças de empresa são outro negócio. Uma caixa com logótipo, trezentas unidades, entregues a 12 de dezembro: decide-se em novembro e exige página própria, com prazo e quantidade mínima.
Os ingredientes não são letra pequena. Leite, frutos secos e vestígios decidem se uma caixa pode ser oferecida, e indicá-los por variedade evita o telefonema e a troca.