O lugar é limitado fisicamente. Há tantos cavaletes quantos cabem na sala, e mais uma inscrição não acrescenta um banco: estraga a aula para toda a gente.
Os ciclos seguem e as inscrições aparecem à mesma. Quem entra em novembro não tem as mesmas sessões de quem começou em setembro, e sem cálculo proporcional cada entrada vira negociação ao balcão.
O material é despesa a sério. Tinta, papel e barro gastam-se por pessoa, e não os imputar ao curso faz parecer rentável um atelier que não é.
A aula experimental também ocupa lugar. Um convidado fica com o banco que alguém pagaria, e sem limite por sessão a generosidade nota-se ao trimestre.