O stock é uma tabela de números. Medida, índice, marca e localização têm de aparecer em segundos enquanto alguém espera ao balcão com um furo.
A marcação depende do elevador, não da agenda. Dois elevadores e quatro montadores dão uma capacidade que o sistema de marcações tem de conhecer, senão chegam todos à mesma hora.
O armazenamento é um armazém à parte com lógica própria. Quatro pneus por cliente, um lugar na prateleira, um aviso de época e uma taxa: sem sistema, ao fim de três anos não se encontra nada.
A época duplica o trabalho em seis semanas. Quem não tem marcações com lista de espera em outubro perde clientes para a oficina do lado com o mesmo preço.
Os pneus usados são obrigação de rastreabilidade. Quantidade, recolha e guia do operador arquivam-se, porque ninguém pergunta nada até ao dia em que alguém pergunta.
A venda depende da associação à viatura. Matrícula, modelo e última medida montada transformam uma venda num cliente que volta dentro de quatro anos.