O hotel de pneus é um problema de armazém com nomes em cima. Que jogo está em que prateleira, de quem é e em que estado entrou tem de encontrar-se num minuto, senão outubro custa meia hora de procura por cliente.
Duas semanas decidem a época. Quando muda o tempo aparecem todos ao mesmo tempo, e sem marcações ajustadas ao número real de elevadores o pátio enche enquanto a oficina anda vazia.
Um pneu tem idade. O código DOT determina se ainda pode ser vendido, e um stock sem controlo de idade transforma-se em prejuízo.
A recolha do pneu usado é uma rubrica e não um gesto comercial. Custa dinheiro e tem de constar da fatura, senão a casa paga-a da própria margem em cada serviço.