O preço é o problema de credibilidade do setor. O «desde 39 €» passa a setenta ao balcão com montagem, equilibragem, válvula e recolha do usado — e quem mostra o preço montado ganha a quem só acrescenta depois.
A maioria não sabe a medida que leva. Permitir a pesquisa pela matrícula, ou mostrar numa imagem onde estão os números no flanco, não é um pormenor técnico: sem isso, o pedido nunca chega a sair.
O calendário cria a onda. As mudanças concentram-se em duas alturas do ano, e quem explica quando convém trocar e porquê aparece precisamente na semana em que toda a gente se lembra disso.
Uma marcação com hora é argumento de venda. Escrever que a troca começa às 9h20 e que o carro sai às 10 poupa a manhã no estaleiro, e é isso que decide.