Ninguém vai todos os dias. Um às segundas e quintas, outra três tardes: a lotação é um número diferente em cada dia da semana, e uma média não descreve nada.
A carrinha limita o centro. Os lugares, a duração da volta e o tempo que a primeira pessoa recolhida passa dentro do veículo travam a frequência, por muito espaço que o edifício tenha.
A informação de cuidado tem de chegar à sala. Medicação, dietas, mobilidade e o que acalma alguém em agitação servem de manhã junto da equipa, não numa pasta no gabinete.
Dois pagadores no mesmo registo. Uma vaga apoiada e outra paga pela família faturam-se de maneiras diferentes, e misturá-las custa a uma das duas partes.