O medo é que o pai se recuse a ir. Descrever o primeiro dia, a visita experimental e a forma como alguém é acolhido devagar levanta exatamente o obstáculo que trava a maioria dos contactos.
O transporte decide mais casos do que tudo o resto. Saber se vão buscar a pessoa, a que horas e com quem torna a solução possível numa família em que os dois adultos trabalham.
Um dia hora a hora. Chegada, atividades, almoço, descanso e o regresso conseguem imaginar-se; um discurso sobre valores não.
A parte clínica não pode faltar na página. Se há enfermagem, como se dá a medicação e como se age quando alguém se sente mal decide se uma família com necessidades reais chega sequer a telefonar.