O consumo por conta é o número crítico. Ver quanto do orçamento mensal foi gasto e quando permite intervir no dia dez, em vez de explicar no dia trinta porque acabou a meio do mês.
A remuneração depende muitas vezes do investimento, e esse oscila. Honorários, orçamento e tecto guardados no contrato acabam com a discussão sobre o que se fatura num mês forte.
As alterações às contas têm de ser rastreáveis. Quem parou que campanha e quando, documentado na conta, resolve a pergunta mais desagradável do ofício: «quem é que mexeu nisto?».