O rodízio e a carta são dois mercados. Um procura quantidade e preço, o outro qualidade e sossego; anunciados na mesma página, perdem-se os dois.
A entrega está tomada pelas plataformas, o levantamento não. «Sushi para levar» procura-se sozinho, tem pouca concorrência e é a encomenda sem comissão.
As procuras de confiança são um terreno à parte: «o sushi é seguro», «sushi na gravidez», «sushi vegetariano». Responder-lhes com serenidade traz gente que de outro modo nunca teria encomendado.