A procura é curta, grave e quase sempre de noite: «funerária» mais a localidade, «trasladação», «o que fazer em caso de morte». Responder com honestidade a esta última — que papéis, que prazos, a quem se liga primeiro — faz encontrar a agência antes mesmo de se procurar uma.
O preço é o grande tabu e, ao mesmo tempo, uma das procuras mais frequentes. Dar uma ordem de grandeza honesta para o funeral e a cremação, e explicar o que são encargos de terceiros, tranquiliza famílias que não se atrevem a perguntar.
O tipo de cerimónia separa as procuras mais do que a localidade: cremação, inumação, cerimónia civil, religiosa, casa mortuária. Aquilo que se faz mesmo merece página própria e explicação própria.