A tradução certificada é um negócio à parte e não um extra. Em Portugal não existe tradutor ajuramentado: a certificação faz-se perante notário, advogado ou solicitador, e para uso no estrangeiro junta-se a apostila. Explicar isto no site é meio caminho andado, porque quase ninguém o explica.
As áreas contam mais do que a lista de idiomas. Jurídico, clínico e técnico procuram-se em separado e adjudicam-se em separado; alinhar vinte idiomas sem dizer a área deixa a impressão de um fornecedor igual a todos os outros.
Um formulário com envio de ficheiro encurta o orçamento para uma hora. Idioma, finalidade, prazo e o próprio documento chegam para um preço a sério; o resto é troca de emails que empurra o trabalho para o escritório do lado.