Quem encomenda arrisca a sua credibilidade à frente dos colegas. Se faltar comida ou se a entrega chegar tarde, é a essa pessoa que o dizem, e por isso compra fiabilidade e não criatividade.
A entrega falha por causa do edifício e não da cozinha. Cais, elevador, receção e uma janela de vinte minutos perguntam-se antes de confirmar a primeira encomenda.
As dietas chegam com nomes próprios. Vegano, halal, sem glúten e uma alergia a frutos secos não são caixas de formulário: são travessas identificadas que alguém tem de encontrar no bufete.
O pagamento não é como o de um particular. Número de encomenda, centro de custo e fatura mensal decidem se a contabilidade do cliente continua a encomendar.