Quanto se poupa com pedido próprio? +
A comissão, que nas grandes plataformas é de dois dígitos. No levantamento a poupança é total, porque não há estafeta nem intermediário pelo meio.
Basta pôr a ementa em PDF? +
Não. Um PDF lê-se mal no telemóvel e não é entendido como ementa pelos motores de busca. Uma página a sério, com categorias, preços e alergénios, encontra-se e permite encomendar ali mesmo.
Mesa e entrega podem viver no mesmo site? +
Podem, e é o que faz sentido. À sexta-feira metade das pessoas quer reservar e a outra metade quer encomendar: dois caminhos numa página só, sem ninguém ter de telefonar.
Como se fala da massa e do forno sem parecer pretensioso? +
Com números em vez de adjetivos. Quarenta e oito horas de levedação, farinha Tipo 00, 450 graus em forno a lenha, quatro minutos de cozedura: percebe-se mesmo sem nada saber de pizza, e distingue-o da cadeia. Escrever «artesanal e feito com amor» é dizer o mesmo que toda a rua.
O que se escreve sobre o sem glúten? +
A verdade, e com rigor. Uma massa sem glúten cozida no mesmo forno e na mesma pá não serve a um celíaco, e calá-lo expõe-no a muito mais do que uma avaliação má. Diga se há bancada separada, tabuleiros e luvas próprios, ou diga com franqueza que só serve quem evita glúten por opção.
Reservar ou aparecer? +
Responda dia a dia, senão há quem apareça em vão a um sábado. «Durante a semana sem reserva, sexta e sábado a partir das 19h só com mesa marcada» é uma linha que lhe organiza o serviço. Acrescente quanto tempo se guarda a mesa e se sobram lugares para quem chega sem marcar.
Carta em PDF ou em página? +
Em página, sempre. Um PDF vê-se mal no telemóvel e não aparece nas pesquisas por um prato concreto; uma página aparece.
O que nos faz perder mais clientes? +
Horários errados. É a pesquisa mais frequente e o erro mais frequente — sobretudo em feriados e dias de encerramento.
Os alergénios têm de estar na carta online? +
São obrigatórios e tratam-se por prato, uma única vez. A carta impressa sai da mesma fonte.
Precisamos de fotografias profissionais? +
Ajudam mais aqui do que em quase todo o lado, mas fotografias honestas do telemóvel com boa luz batem imagens de banco. O que não funciona é a sala vazia e o prato de catálogo.
O site é acessível? +
Construímos com contrastes suficientes, tamanhos legíveis e estrutura limpa. Isso ajuda os clientes mais velhos tanto como o Google, e não custa mais se se fizer desde o início.
De quem é o site no fim? +
Seu. Domínio, conteúdos e acessos ficam em seu nome, para não ter de pedir autorização a ninguém no dia em que quiser mudar alguma coisa.
O que acontece ao meu site antigo? +
Mantemos o que funciona e melhoramos o resto. Os seus conteúdos não se perdem: reconstruímos o seu site — mais rápido, mais claro e com encomenda online.
Quanto custa um site para pizzarias? +
Trabalhamos a preço fixo após uma conversa gratuita sobre o seu setor e os seus objetivos. Sem jargão, sem surpresas — sabe exatamente o que paga e porquê.