Organizar por ocasião e não por região. Algo para levar, algo para peixe, algo para oferecer: é assim que o cliente pensa, e uma arrumação por denominações só ajuda quem já sabe.
Dizer que tudo foi provado. Escrever que nenhuma garrafa entra em prateleira sem alguém da casa a ter bebido justifica o preço face ao supermercado numa frase.
Descrever com palavras normais. Comparações com aquilo que o cliente conhece, e a coragem de dizer que um vinho é barato e muito bom, vendem mais do que qualquer vocabulário técnico.
O presente é outro negócio. Quem oferece quer conselho seguro, embalagem e a garantia de não falhar, não uma nota de prova.