Quem contrata não sabe como aquilo funciona: o chef traz tudo, quanto tempo demora, quem arruma, de que equipamento precisa. Estas quatro respostas são a diferença entre uma visita e uma reserva.
A ocasião manda em tudo: aniversário para oito, jantar a dois, refeição de empresa para vinte. Preço por pessoa, duração e número de pratos mudam bastante — uma apresentação por ocasião.
As alergias e as preferências não são pormenor, são parte do serviço. Perguntá-las no formulário e explicar como se resolvem ganha quem tem um convidado com restrições e não sabe o que fazer.
A cozinha de quem recebe determina o menu. Forno, placa, espaço no frigorífico, uma bancada livre, se há máquina de lavar loiça: perguntar isto no formulário, em vez de descobrir na própria noite, permite chegar com um menu que ali se pode mesmo cozinhar.
O preço por pessoa raramente é o preço total. Deslocação, pessoal de serviço e as suas horas, copos alugados, taxa de rolha, quem levanta a mesa e lava a loiça. Nomear estas rubricas traz pedidos de quem já faz contas com o orçamento certo.
Onde se cozinha, e de quem é a responsabilidade? Preparação em cozinha própria ou tudo no local, formação em higiene alimentar, seguro de atividade, fatura em nome de uma empresa com o IVA discriminado. Parece árido e é exatamente o que uma empresa verifica antes do jantar de Natal.
Dezembro esgota em outubro e os casamentos reservam-se com um ano. Indicar com que antecedência se marca, quantos serviços aceita por fim de semana e se existe uma prova de menu antes de fechar ordena a procura e evita a promessa que depois não se pode cumprir.