O concurso é o eixo da procura. Quem quer entrar para uma carreira concreta procura exatamente isso, e não encontra uma página chamada «os nossos cursos».
O que convence é o processo explicado e os números honestos: quantas horas, que provas há, como decorre a avaliação, quantos simulacros. Estes candidatos informam-se bem e detetam o discurso vago à primeira.
O calendário dos avisos manda em tudo. Publicar prazos de candidatura e avisar a tempo apanha quem, de outra forma, procura preparação quando o prazo já fechou — ou seja, tarde.
E se o concurso não sair à primeira? A maioria repete, e dizê-lo com franqueza inspira mais confiança do que uma taxa de aprovação. Preço da repetição, acesso ao material entre concursos, lugar garantido na turma: é neste ponto que se decide a inscrição.
Quem corrige os testes, e em quanto tempo? Uma proposta de resolução tem toda a gente; um teste devolvido com anotações numa semana quase ninguém. E se a formadora fez o concurso, isso escreve-se, com o ano e o nome do procedimento.
A maioria prepara-se enquanto trabalha. Quantas horas por semana são precisas de verdade, se as aulas ficam gravadas, durante quanto tempo estão disponíveis e se o percurso se pode fazer em dois anos sem penalização: é a primeira pergunta de quem tem emprego.