O encaminhamento é o serviço verdadeiro. Quem procura pela primeira vez não distingue psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico e aconselhamento, e um centro pode resolver isso antes de alguém se sentar à frente da pessoa errada.
Descrever a primeira consulta acalma mais do que qualquer descrição de abordagens. Quanto dura, quem a conduz, o que vem a seguir e que dali não nasce nenhum compromisso: é isso que faz pegar no telefone.
A urgência merece um destaque à parte. Dizer com clareza a quem recorrer em caso de perigo imediato, e que um centro não assegura atendimento permanente, serve no pior momento e protege os dois lados.
Muitos procuram por causa de outra pessoa. Um familiar preocupa-se com o companheiro ou com um filho adulto, e precisa de um parágrafo próprio, porque as perguntas são outras e não pode obrigar ninguém.