As quebras são a rubrica silenciosa que come a margem. Ver o prazo de validade que resta antes de ser crítico permite baixar o preço, mudar de sítio ou doar a tempo — no próprio dia já só resta o contentor.
A rutura sai mais cara do que o desconto: o cliente não compra outra coisa na loja, vai à loja seguinte. Propostas de encomenda a partir das vendas e do stock evitam exatamente isso.
A escala tem de seguir a curva de afluência. Sábado de manhã e sexta ao fim do dia pedem caixas abertas, terça à tarde não — e esse simples desencontro é a margem mais fácil de recuperar na maioria das lojas.