O serviço nasce ao telefone e tem de entrar no sistema em trinta segundos. Recolha, destino, janela horária e preço, senão alguém sai sem ordem de trabalho.
O estafeta é a fonte de dados, não o escritório. Fotografia da assinatura, marca de tempo e posição nascem na rua, e aquilo que ele não consegue escrever com uma mão nunca chega a nascer.
A prova de entrega é a própria fatura. Sem o nome de quem recebeu e sem a hora exata, qualquer reclamação acaba numa nota de crédito, simplesmente por não haver nada que se possa provar.
A rota pede otimização, mas não à custa da urgência. Um agrupamento não pode bloquear uma viagem direta, e essa regra pertence ao sistema.
A faturação por cliente é mensal, o serviço é diário. Uma fatura única com todos os serviços do mês poupa mais tempo do que qualquer otimização de percurso.
O subcontratado faz parte da frota. Usar motoristas de fora exige preços, comprovativos e seguro por viagem, senão responde-se por alguém que não se conhece.