A rota é o estrangulamento e não a venda. Um aparelho não sobe sozinho as escadas, e o cliente só está em casa a certas horas: três entregas em pontas opostas da cidade consomem por isso o dia inteiro.
O stock existe em dois sítios. O que está exposto na loja e o que dorme no armazém têm de caber no mesmo sistema, senão vende-se um modelo que só existe em exposição.
A garantia começa na venda e não acaba aí. Data de compra, número de série e folha de instalação decidem dois anos depois se uma reparação é assumida.
Os aparelhos velhos são uma obrigação com comprovativo. A recolha e a prova de encaminhamento registam-se, e isso não é formalidade: é uma fiscalização que pode aparecer.