A recolha de documentos é o estrangulamento de todos os meses. Um caminho único — o cliente carrega, vê o que ainda falta e é lembrado automaticamente — substitui o email em massa na véspera do prazo e o telefonema no dia seguinte.
Os prazos não são um problema de agenda, são de atribuição: saber que cliente ainda não entregou o quê. Uma vista que mostre exatamente isso torna a semana planeável, em vez de deixar tudo rebentar no fim do mês.
Com o SAF-T e a e-fatura, a informação já circula em ficheiro; o que continua a falhar é o pedaço humano — pedir, lembrar e confirmar que chegou. É esse o pedaço que se automatiza.