Quem escreve «omakase» costuma saber o que é; a maioria não sabe. Uma página que diga duração, número de momentos, preço e a ausência de carta atrai os dois públicos e evita a avaliação desiludida.
O preço não é aqui um pormenor, é parte do produto. Escondê-lo traz reservas que rebentam à mesa; dizê-lo traz clientes que vieram exatamente por isso.
Oito lugares, dois turnos: dezasseis pessoas. A pesquisa não precisa de ser grande, precisa de ser exata: cidade mais omakase mais data é uma procura minúscula e muito decidida.