A pergunta que decide é a do depois. Quem escolhe uma formação procura empresas, taxas de colocação e nomes de casas, não uma lista de disciplinas.
Os pais também procuram. Aos dezasseis anos é a mãe que faz a segunda pesquisa, e quer ler que aquilo é uma profissão com progressão e não um plano B.
O regime com estágio é uma procura própria. Trabalhar numa casa durante o curso e receber por isso decide a viabilidade para muita gente, e merece página.
A reconversão é um segundo mercado. Quem chega aos trinta vindo de outra profissão pergunta outras coisas: duração, custo e reconhecimento do certificado.