A prática vem antes da teoria: quantas horas na cozinha pedagógica, que parceiros, como decorre o estágio. É isso que fala a quem quer aprender uma profissão e não obter um papel.
A falta de pessoal inverte a relação de forças: são os estabelecimentos que procuram diplomados. Mostrar os parceiros e a taxa de colocação é um argumento que nenhuma escola tinha há dez anos.
Os adultos em mudança de carreira são a parte que cresce. Formatos pós-laborais, cursos curtos e reconhecimento de experiência chegam a quem muda de profissão — e essa pessoa decide muito mais depressa.