Procura-se o sintoma: o meu filho não articula bem, gagueja, troca sons, está a ficar para trás na escola. Uma página por preocupação, escrita nessas palavras, encontra-se; uma página sobre reabilitação da linguagem, não.
Entre a dúvida e a primeira consulta passam semanas. O que ajuda é explicar quando se pode esperar e quando não se deve: é mais honesto do que apelar a vir já, e enche mais a agenda.
Comparticipação, prescrição e quanto fica a pagar são as perguntas práticas que travam tudo. Escritas com clareza, poupam o telefonema que muitos pais nunca chegam a fazer.