O preço tem de estar colado ao modelo. «Ecrãs a partir de 69 euros» não ajuda ninguém: é o número do telemóvel que está na mão que decide entre a reparação e o telemóvel novo.
O prazo é o segundo argumento e muitas vezes o primeiro. Dizer que um ecrã fica pronto numa hora, com o cliente à espera, ganha a qualquer envio com duas semanas de espera.
A garantia legal cá é de três anos e quase ninguém sabe. Explicar quando o fabricante ainda responde e quando compensa reparar fora dele é informação útil, e traz clientes que estavam convencidos de ter perdido o direito.
A bateria não se vende pela técnica, vende-se pela conta. Quanto custa a substituição contra um telemóvel novo, somado a que nenhum ficheiro sai do sítio, chega para fechar a decisão.