Os clientes novos raramente chegam pelo processamento. Chegam por um despedimento, uma inspeção ou uma baixa que se arrasta, e descrever essas situações faz aparecer o gabinete no momento certo.
Mudar de prestador tem uma boa altura. Em janeiro ou no início do exercício é rotina; a meio do ano é obra, e qualquer interessado quer ler essa frase antes de telefonar.
O preço depende do número de recibos e não da faturação. Quarenta trabalhadores ocasionais dão mais trabalho do que oito efetivos, e convém explicá-lo desde o início.
Do outro lado do telefone está uma pessoa. Os trabalhadores do cliente ligam para perceber uma linha do recibo, e dizer quem atende e a que horas vale mais do que qualquer enumeração de serviços.