A diferença entre a avaliação do banco e uma avaliação independente é a primeira coisa a explicar. Uma serve para o banco decidir o crédito, a outra serve o cliente e sustenta-se numa partilha ou num tribunal.
O motivo comanda tudo o resto. Herança, partilha, divórcio ou imposto não pedem o mesmo detalhe, e quem procura escreve o seu motivo e não a palavra avaliação.
O registo profissional é aqui argumento comercial e não rodapé legal. Estar inscrito como avaliador junto do regulador é o que faz um relatório valer perante terceiros, e quase ninguém explica isso.
O prazo pesa mais vezes do que o preço. Quem está dentro de um processo tem uma data marcada e escolhe quem consegue comprometer-se com quinze dias.