A ficha é do animal, não do dono: vacinas, evolução do peso, alergias, antecedentes e o que ficou anotado da última vez. À vista quando o animal entra, a consulta começa pelo exame e não pelas perguntas.
Os avisos de vacina são a faturação que ninguém tem de vender: uma mensagem quatro semanas antes traz de volta o dono que simplesmente se esqueceu — e com ele a revisão que se faz na mesma ida.
As urgências pedem lógica própria: quem está contactável e quando, quem fica de serviço e como triar uma chamada urgente sem rebentar a consulta que está a decorrer.