A estação é a procura. A mesma pessoa escreve em março algo sem relação com o que escreve em setembro, e um texto de secção sem calendário não apanha nenhuma dessas ondas.
O problema traz a compra. «Lagarta do buxo», «relvado com falhas», «podar roseiras»: explicar a solução vende no mesmo parágrafo o tratamento e a planta.
A disponibilidade é aqui um critério com pernas. Responder a «há hoje» apanha quem já está no carro e iria parar a uma grande superfície.
O jardim tem dois públicos. Quem planta e quem manda plantar não procuram com as mesmas palavras, e o segundo traz obras em vez de compras.