O bloco local decide, porque o coworking é uma decisão de distância: ninguém faz quarenta minutos para chegar a uma secretária. A ficha de empresa, as fotografias do espaço real e as avaliações pesam mais depressa do que qualquer texto.
Cada produto é um mercado à parte. Sala de reunião, passe diário e morada procuram-se em separado, muitas vezes por quem nem quer coworking — e cada um merece a sua página, não uma linha na tabela de preços.
A zona ganha à cidade. «Coworking Lisboa» é dos grandes operadores; «coworking Alvalade» ou o nome da sua rua é alcançável e traz quem pode vir a pé.