Ter um site não chega se estiver enterrado na página 3 do Google. O trabalho de SEO para escultores de arte sacra fá-lo subir à superfície — onde os seus clientes o veem e o escolhem.
O comprador procura no vocabulário do ofício — processo, material, tolerância, acabamento — e não em palavras de marketing. Aqui, estudar palavras-chave é reler os próprios pedidos de orçamento, não interrogar uma ferramenta genérica.
Os volumes são minúsculos e valem muito: quarenta pesquisas por mês podem ser a encomenda que sustenta o ano. Este trabalho mede-se pelos pedidos que entram, nunca pela curva de visitas.
Cada vez mais pessoas pedem uma recomendação ao ChatGPT e aos assistentes de IA em vez de percorrer o Google. Estruturamos os seus conteúdos para que essas ferramentas compreendam o que faz e citem o seu nome quando lho pedem.