É preciso loja online ou basta um catálogo? +
Para muitas lojas basta um catálogo bem tratado com reserva. A pergunta que decide é «têm isso?»: responder a ela e oferecer o levantamento ganha a visita sem ter de montar uma operação de expedição.
Porquê arrumar por idade e não por marca? +
Porque a procura e a oferta de prendas funcionam desse modo. Quase ninguém escreve o nome de um fabricante; escreve-se uma idade e uma ocasião. Uma página por escalão etário encaixa na procura e substitui metade do aconselhamento.
O que não pode faltar visível em dezembro? +
Horário, incluindo os domingos abertos, até quando se pode reservar, se há embrulho de oferta e se há entrega na cidade. São as quatro perguntas que decidem a visita nessas semanas.
Têm brinquedos adaptados a crianças com deficiência? +
Se têm, é uma página pequena de grande efeito. O que tem para crianças autistas, com limitações motoras ou com baixa visão, o que os pais procuram nesses casos, e o facto de aconselhar em vez de apenas vender. Estes pais fazem quarenta quilómetros, porque mais ninguém os ajuda.
As pilhas e a montagem interessam? +
Duas linhas que evitam problemas no dia 24 e fazem vender na loja. Se as pilhas vêm incluídas, quais são precisas, se as entrega logo, e se uma bicicleta ou uma casa de bonecas sai montada. Escrevê-lo faz venda adicional sem ser insistente.
Como se organizam as trocas depois do Natal? +
Esta informação desencadeia em dezembro mais compras do que qualquer desconto. Até que data se pode trocar, que se emite talão de oferta sem preço, o que se passa com caixas abertas e se há devolução do dinheiro ou vale. Anunciar um prazo generoso em novembro faz vender em dezembro.
Precisamos de loja online? +
Na maioria dos casos não. Devoluções, fotografias e atualizações custam mais do que rendem; mostrar disponibilidade e deixar reservar na loja traz o mesmo cliente com uma fração do trabalho.
O que traz visitas mais depressa? +
Horários certos, fotografias recentes e a lista de marcas. É o que se procura, e é o trabalho de uma tarde.
Dá para mostrar stock sem vender online? +
Sim: disponível, por encomenda ou esgotado, atualizado a partir do painel. É isso que a maioria das visitas procura, não um carrinho.
Podemos ligar o site ao programa de caixa? +
Depende do programa; quando existe ligação, o site mostra o stock real. Quando não existe, é melhor não mostrar quantidades do que mostrar números errados.
De quem é o site no fim? +
Seu. Domínio, conteúdos e acessos ficam em seu nome, para não ter de pedir autorização a ninguém no dia em que quiser mudar alguma coisa.
Posso atualizar o site eu mesmo? +
Sim. A partir de um painel simples, altera conteúdos, preços e fotos, sem conhecimentos técnicos — não depende de ninguém.
Quanto custa um site para lojas de brinquedos? +
Trabalhamos a preço fixo após uma conversa gratuita sobre o seu setor e os seus objetivos. Sem jargão, sem surpresas — sabe exatamente o que paga e porquê.
O site funciona no telemóvel? +
Sim, e é essencial: a maioria dos seus clientes chega pelo telemóvel. Desenhamos o seu site primeiro para telemóvel — rápido, claro e vendedor.