A frase mais honesta é também a que mais vende: abaixo de um certo número de conversões por mês, um teste não é fiável. Dizê-lo coloca-o como quem domina o método, não como quem vende testes.
O cliente compara-o com a agência que já tem. O que o distingue é o processo: análise, hipótese, teste, leitura dos resultados — e assumir um teste negativo como resultado.
Os casos com números são tudo: valor de partida, alteração, duração e significância. Sem significância um caso não é referência, é uma anedota, e quem o vai contratar sabe isso.