A diferença entre visibilidade ganha e visibilidade comprada não é clara para muitos clientes — e é aí que está o valor. Explicar porque uma referência num meio especializado não funciona como um anúncio é o que torna o serviço vendável.
Provas em vez de promessas: que meios, que período, que alcance, a propósito de quê. Três casos documentados dizem mais do que um rol de contactos que ninguém consegue verificar.
A comunicação de crise é o que se procura primeiro quando as coisas correm mal. Uma página própria, com contacto e processo, traz pedidos que não andam a comparar preços.
O que não se pode prometer deve vir logo à frente. Sair ou não sair é decisão de uma redação e não da agência. Dizê-lo com franqueza e enumerar a seguir o que depende mesmo de si — os ângulos, o momento, os contactos, a preparação — passa segurança e não cautela.
A administração quer um número, e a cobertura não produz nenhum. Combinar à partida o que vai medir o sucesso — pedidos que entram, pesquisas pela marca, convites, candidaturas — evita a conversa do quarto mês em que de repente se exige faturação.
O que contém afinal uma avença mensal? Quantas horas, quantas propostas de tema, quem telefona aos jornalistas — a sócia ou uma estagiária — e quanto custaria em vez disso um trabalho pontual. Este detalhe convence quem já teve uma agência a dececioná-lo.
Também convém dizer o que se espera do cliente. Um porta-voz disponível em vinte e quatro horas, dados que se possam publicar, fotografias utilizáveis e alguém que responda no mesmo dia. A maior parte dos trabalhos falha por aí, e escrevê-lo à partida evita levar a culpa por isso.