O mercado está cheio de ofertas ao volume. Apresentar critérios de seleção — tema, tráfego real, substância editorial, perfil de links — fala com quem já comprou um pacote e se arrependeu.
A transparência sobre o método é aqui o argumento de venda: como se escolhem os sites, como nasce o conteúdo, o que acontece se um link desaparecer. É exatamente o que pergunta um cliente experiente.
O relatório faz parte do produto: que links, em que data, para que página e com que evolução. Sem relatório verificável o serviço não se controla — e sem controlo não há segundo contrato.
As menções conquistadas e as colocações combinadas são dois produtos diferentes. Uma demora mais, custa mais por referência e não se agenda; a outra é rápida e traz outro risco. Descrevê-las em separado, com preço e prazo, inspira mais confiança do que um comparativo de concorrentes.
Quantos links continuam de pé ao fim de um ano? É o número que ninguém publica e é o que decide o valor do trabalho. O que está previsto se um link cair, se há substituição e durante quanto tempo se acompanha merece estar escrito: é o único indicador que o cliente verifica sozinho.
Um link aponta para uma página que tem de convencer. Dizer logo que a página de destino precisa de conteúdo e que a ligação interna tem de estar bem feita vende menos pacotes e mais projetos a sério. O cliente nota a diferença entre quem conta links e quem procura posições.