O dia a dia de um restaurante libanês gira em torno do mesmo: captar pedidos, confirmar marcações e não perder nenhuma mensagem enquanto trabalha. O software começa exatamente aí, com reserva online — os seus clientes fazem-no pelo telemóvel, e lembretes automáticos reduzem as falhas. Assim ganha: os seus clientes reservam mesa online.
A par da reserva online, um assistente de IA trata das suas perguntas habituais (disponibilidades, preços, horários) 24 horas por dia, e o email marketing preenche os períodos mais fracos com ofertas e lembretes. Deixa de responder às mesmas perguntas.
Liga-se ao seu site e à sua ficha Google: o cliente que o encontra reserva em poucos passos, sem telefonar. Configuramo-lo na verdadeira linguagem do seu ofício, ligamo-lo ao seu site e acompanhamo-lo de perto — para que fique no seu trabalho, não ao telefone.
A reserva a que ninguém aparece custa duas vezes: o serviço perdido e o cliente que se recusou. Uma confirmação na véspera e uma lista de espera invertem exatamente isso.
As compras fazem-se pelo que saiu na mesma semana do ano passado. Ter esse número é a diferença entre calcular e adivinhar.
A escala do pessoal depende das reservas e mesmo assim faz-se à parte. Lado a lado, vê-se a noite em que sobra uma pessoa e aquela em que falta.
O desperdício não aparece em lado nenhum e come a margem: o que se estragou, o que se devolveu, o que saiu mal do passe. Apontado à medida que acontece, ao fim de um mês diz o que comprar a menos.