Para produtores de frutos secos, um bom software de gestão começa pelo que mais dói: loja online, ligado ao seu funcionamento. Menos chamadas em plena atividade, menos detalhes esquecidos — e mais tempo para os seus clientes em vez da papelada.
À volta da loja online, ativa o que fideliza: um assistente de IA que responde às perguntas frequentes no WhatsApp, para que nenhum pedido arrefeça; e o email marketing que faz os clientes voltar com ofertas e lembretes — automaticamente, sobre os mesmos dados.
Liga-se ao seu site e à sua ficha Google: o cliente que o encontra reserva em poucos passos, sem telefonar. Configuramo-lo na verdadeira linguagem do seu ofício, ligamo-lo ao seu site e acompanhamo-lo de perto — para que fique no seu trabalho, não ao telefone.
A encomenda depende da colheita e não da data que apetece. Juntar lote, quantidade e janela de expedição é poder prometer o que vai mesmo existir.
Aqui a rastreabilidade não é papelada, é o argumento de venda: origem, lote e data na mesma ficha poupam a pergunta e salvam o cliente em caso de dúvida.
Validades e cadeia de frio são gestão de stock e não papelada: o que tem de sair primeiro, o que está a curar, o que estraga para a semana. Por lote, a perda do fim do mês desaparece.
O mesmo produto sai a três preços: a loja, o grossista e o cabaz. Uma tabela por tipo de cliente é o que evita que o valor errado siga numa fatura e que se desconte duas vezes ao mesmo.