A visita produz fotografias, medições e notas que vão ser citadas meses depois. Ligadas ao processo, com data e local, aguentam; no telemóvel, não aguentam.
Os prazos vêm de fora: tribunal, seguradora, notário. Guardados no processo avisam a tempo, em vez de se descobrirem no próprio dia.
A faturação segue horas, deslocações e despesas. Registadas durante a visita em vez de estimadas ao fim do mês, dão com frequência dez a quinze por cento a mais — o mesmo trabalho, apenas apontado.