O dia a dia de um centro de vertigens gira em torno do mesmo: captar pedidos, confirmar marcações e não perder nenhuma mensagem enquanto trabalha. O software começa exatamente aí, com marcação online — os seus clientes fazem-no pelo telemóvel, e lembretes automáticos reduzem as falhas. Assim ganha: os seus pacientes marcam uma consulta online.
À volta da marcação online, ativa o que fideliza: um assistente de IA que responde às perguntas frequentes no WhatsApp, para que nenhum pedido arrefeça; e o email marketing que faz os clientes voltar com ofertas e lembretes — automaticamente, sobre os mesmos dados.
Liga-se ao seu site e à sua ficha Google: o cliente que o encontra reserva em poucos passos, sem telefonar. Configuramo-lo na verdadeira linguagem do seu ofício, ligamo-lo ao seu site e acompanhamo-lo de perto — para que fique no seu trabalho, não ao telefone.
A consulta a que ninguém aparece é a rubrica mais cara da clínica: a vaga estava reservada e não se revende. Um lembrete com confirmação e uma lista de espera para tapar o buraco recuperam quase tudo.
É a consulta de seguimento que enche os meses seguintes. Marca-se à despedida ou lembra-se sozinha — caso contrário fica em boa intenção.
Consentimentos, relatórios e fotografias vão para o processo e não para o telemóvel do profissional. Assim sabe-se também quem os consultou — e é isso que se pergunta numa reclamação.
A lista de espera é faturação parada. Cruzá-la com as desmarcações do próprio dia enche vagas que de outra forma ficariam vazias, e trata primeiro quem espera há mais tempo.