A avaria não aguenta sequer uma segunda página de resultados. Quem procura parado na berma liga ao primeiro número bem visível que aparece e não compara absolutamente nada.
A autoestrada e a cidade são dois negócios. Na autoestrada conta o acesso, numa garagem subterrânea conta a altura do veículo.
O preço procura-se depois da chamada, não antes. Indicar a taxa de saída e o preço por quilómetro perde menos clientes para a seguradora.
O veículo comanda a técnica. Elétrico, autocaravana, mota e comercial exigem pegas diferentes, e isso procura-se de forma explícita.
O seguro paga muitas vezes, mas nem sempre. Explicar quando a assistência cobre e quando não cobre faz telefonar em vez de consultar.
O acidente exige mais do que um camião. Desencarceramento, limpeza da via e parqueamento são serviços procurados e pagos em separado.
A oficina é a segunda faturação. Quem reboca e repara devia ligar as duas coisas, porque o cliente nesse momento não quer tomar uma segunda decisão.
O motor elétrico criou procuras novas. Um carro elétrico avariado não se reboca sobre duas rodas, e quase ninguém sabe disso.
A noite é o turno mais rentável e o pior descrito. Quem trabalha de noite devia anunciar os acréscimos com clareza e nunca deixá-los para a fatura.