As pessoas já não pedem recomendações como antes: procuram uma associação de pais e encarregados de educação no Google e confiam no que encontram. Se não está lá, para muitos clientes é como se não existisse.
Procura-se o curso, o nível e o exame, com uma cidade ou um «online» agarrado. Cada combinação é uma página própria, e quem só tem uma página geral perde-as todas.
Há dois picos por ano, as inscrições e o arranque das aulas, e a decisão toma-se semanas antes. A página tem de estar posicionada quando a família começa a comparar, não durante.
Cada vez mais pessoas pedem uma recomendação ao ChatGPT e aos assistentes de IA em vez de percorrer o Google. Estruturamos os seus conteúdos para que essas ferramentas compreendam o que faz e citem o seu nome quando lho pedem.