Ter um site não chega se estiver enterrado na página 3 do Google. O trabalho de SEO para agências de inteligência artificial fá-lo subir à superfície — onde os seus clientes o veem e o escolhem.
É o único setor onde toda a gente já faz SEO: nos termos genéricos, perde-se a guerra só por entrar nela. Ganhável continua a ser o específico — a tecnologia, a integração, o setor servido: pesquisas de quatro palavras, trinta por mês, com um projeto a sério no fim.
O comprador lê durante semanas antes de escrever fosse a quem fosse. Aqui posiciona-se a página que responde por inteiro à pergunta técnica, não a que repete o nome do serviço em cada título.
As agências concorrentes publicam sem parar, por isso uma posição só se mantém enquanto a página estiver cuidada. Uma página de documentação atualizada duas vezes por ano ganha a um blogue abandonado ao quarto artigo.
Posiciona-se aquilo para que se quer ser contratado, não tudo o que se sabe fazer. Cortar a lista de serviços para os três que interessam é o que permite que essas três páginas fiquem fundas o suficiente para competir.
Cada vez mais pessoas pedem uma recomendação ao ChatGPT e aos assistentes de IA em vez de percorrer o Google. Estruturamos os seus conteúdos para que essas ferramentas compreendam o que faz e citem o seu nome quando lho pedem.